sábado, 26 de outubro de 2013

O CARAMELO - A primeira depilação



"Tenta sim. Vai ficar lindo."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir “dez quilos mais leve.”


Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.


- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?


Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.


Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.


Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona.


Oba! Vou ficar que nem ela, legal! Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.


Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas.


Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.


Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.


Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas.


Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era


O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- é... é, isso!!?


Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão - esqueci-me de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.


Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Arreganhada, né?


Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.


Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar.


Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o SAMU. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.


Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Havia me esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?


Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope.


Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer.


Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.


Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? - Putz, que ideia - Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.


Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o “cafofinho” de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha! Tá ficando linda essa depilação!

- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.


Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta".


Só voltei a terra quando, entre uns “blábláblás”, ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficou um pelinhos, tá?

- Pode pinçar tá tudo dormente mesmo, não estou sentindo nada!


Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la.

Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.


Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxe-a pra afastá-la da outra!


Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava De cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim... Sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu “Twin Peaks” (orotimbó, olho de porco, furico e demais alcunhas).


Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: “peraí”, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera.


Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo.

Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.


Porra!!.. Porquê não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A DESGRAÇADA da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?


Ninguém ia ver meu “asterisco” tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa merda...

- Baixa a calcinha, por favor.


Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar? Eu estava com sede de vingança. Até 
admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais.


Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda,  protestar contra isso.


Queria fazer passeatas, criar uma lei “anti-depilação” cavada.

(Este texto foi extraído da internet, por tanto, não sei quem é o autor, mas achei de uma genialidade singular que decidi publicá-lo) 



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

QUANDO UM ASSUNTO SABOTA SUA IRA



Hoje tive a certeza de que o serviço público judiciário está falido com varas superlotadas, funcionários despreparados, sistemas de informações obsoletos e afins.

Mas no meio da minha saga, de tudo, houve um fato que me chamou a atenção de tal forma, dado a curiosidade que o assunto rodeia, que toda minha desventura e irritação acabou ficando em segundo plano por instantes.

Bem estava eu no “rabo da cobra” (leia-se, no final da fila) aguardando minha vez com uma paciência menor que "cu de sapo" (você pode passar um caminhão em cima dele que não sai nada pelo cu, sai tudo pela boca, nunca vi nada mais apertado que aquilo), quando, sem querer me imiscuir, vi um causídico e outro conversando sobre saúde íntima.

Como eu não peguei o prólogo do assunto, deduzi que um daqueles jurisconsultos era ligado a área da saúde.

No meio daquela quizomba toda, ouvi os dizeres “mau cheiro da vagina”!

Num átimo instantâneo e involuntário, imediatamente sintonizei naquela "rádio"!

Ainda mais que o assunto agasalhava questões de interesse natural da humanidade, já que aquele "rachadinho" ali, também de várias alcunhas (forquilha, pomba, xavasca, xuranha, xoxota, e várias outras demais que você só encontra nos parachoques dos caminhões que circulam pelas estradas afora), já havia se provado, de persi, seu imenso poder.

Amplamente retratado nos anais da História, por ter sido capaz de derrubar reinos, de ter nublado a razão de milhões de seus semelhantes, da sua ferina capacidade manipuladora, bem como seu estrondoso poder comercial, mas que, porém, ainda faz a alegria da humanidade, etc.

Não vou me adentrar em tal complexo tema para não parecer uma dízima periódica, tamanha definição.

Bem, disse que o tal mau cheiro se dava por diversas questões, infecções, bactérias, uso de produtos químicos quais poderiam lhe alterar o equilíbrio natural, enfim.

Mas que hoje em dia o que estaria em voga é o tratamento à base de remédios naturais.

– PRONTO!

Foi aí que aquele catedrático roubou toda a minha atenção.

Vejam só que coisa mais interessante.

Disse que o melhor medicamento para afastar aquele cheiro de chulé,  de "CC", gorgonzola, coalho, era – pasmem:


  • Beber iogurte natural ou aplicar diretamente na vagina, com um tampão embebido inserindo na mesma, pois, segundo as pesquisas, tem se mostrado muito eficaz.


  • Comer ou inserir 1 ou 2  dentes de alho por dia, pois o alho tem propriedades antibacterianas e antifúngicas.

Eu fiquei surpreso com mais essa habilidade que a "danada" tem.

Confesso que não me convenci no momento, razão pela qual minha cabeça começou a entrar em parafuso, de pronto comecei a indagar com minha consciência.


-Não seria mais fácil fazer a assepsia do local com ÁLCOOL, dado as suas propriedades desinfectantes?

Porquê não espremer um LIMÃO CHINA? 

Pois também é notório que o mesmo é eivado de propriedades antioxidantes.

O que não dizer do AÇÚCAR?  

Amplamente usado pelos egípcios no tratamento de feridas, lá pelos idos de 1700 a.C, dado sua notória capacidade cicatrizante.

Daí tudo se resolveria!

Era só meter a "Rombuda" pra dentro, dar umas bombadas e Voilá!

CAIPIXOTA!

Muito melhor mais cultural, já que somos um povo chegado em dar uns goles na "branquinha"!

É cada uma!

Confesso, já tinha ouvido falar alhures, que essa "bichinha" fumava, arremessava bola de basquete, mascava chiclete, mas que também tomava "Danoninho", foi demais pra minha cabeça!

É duro, mas tenho que reconhecer o quão somos pequenos perto deste ser.



-Putz!

-Acabei esquecendo do porquê na minha IRA!.


Luciano Maia




quinta-feira, 12 de setembro de 2013

CLAUDINELSON



E o Joãozinho gritou:


- Mãããee....tem um baita caralho na piscina!!!

E a mãe respondeu:

- Não filho, é o CLAUDINELSON !!!!!!!!!!!!



65 COISAS IDIOTAS QUE VOCÊ PROVAVELMENTE JÁ FEZ!


1 - Fazer a proeza de enfiar o dedo no próprio olho sem querer

2 – Apostar corrida com o locutor da tele-sena no comercial falando os números sorteados

3 – Tirar uma nota melhor que o Nerd da sala sem ter estudado

4 – Tampar o ralo do chão do banheiro pra fazer uma piscininha

5 – Comer Trident com papel porque “papel de Trident é comestível”

6 – Fingir que Tic Tac é cápsula de remédio

7 – Ficar entortando aquele lápis verde, e quebrar

8 – Apostar corrida de gotas na janela do carro quando tá chovendo

9 – Sonhar que foi pra aula pelado, ou sem uma parte da roupa

10 – Apagar tudo que estava escrevendo, quando vê que a outra pessoa está digitando alguma coisa no Facebook

11 – Tentar equilibrar o interruptor de luz no meio, entre aceso e apagado

12 – Desenhar um relógio no braço quando era criança

13 – Abrir uma nova guia na internet e esquecer o que ia fazer

14 – Fingir que está fumando aqueles palitinhos salgados “Stiksy” da Elma Chips

15 – Ficar mordendo o copo de plástico depois de beber o que tinha dentro, depois rasgar em várias tiras pra fazer um sol

16 – Deixar sempre o volume do rádio/tv em um número redondo ou múltiplo de 5

17 – Ficar com preguiça de colocar um rolo novo de papel higiênico no lugar e deixar ele solto na pia

18 – Ficar desconfortável quando está assistindo TV ou um filme com os pais e começa uma cena de sexo

19 – Falar mal de alguém para outra pessoa e descobrir que era um parente/amigo dela

20 – Responder algo para alguém que está na sua frente e descobrir que a pessoa não estava falando com você

21 – Tirar o recheio de todas as Trakinas do pacote pra depois comer tudo de uma vez

22 – Esquecer o Twitter aberto por 15 minutos e quando voltar ter 458785 tweets pra ler

23 – Sentir a necessidade de apertar uma tecla sempre que passa perto de um teclado ou piano

24 – Sonhar que está tentando correr e mesmo assim se mover vagarosamente

25 – Desligar o plugin do MSN que mostra a música que você tá ouvindo para ouvir musicas toscas escondido

26 – Gritar “Aeeeee” quando a luz acaba

27 – Quando pequeno, fingir que está dormindo quando chegar de carro em casa, pra ser levado no colo pra dentro

28 – Ficar falando coisas obscenas (ou gemendo haha) quando um amigo está falando com os pais no telefone

29 – Abrir o freezer e ficar feliz ao ver o pote de sorvete, abrir e ver que é feijão congelado

30 – Colocar caixinha vazia de Chiclets Adams/Clorets no dedo indicador

31 – Na hora de digitar a senha errar uma letra e apagar tudo só pra ter certeza

32 – Escrever uma risada gigante no Facebook mesmo sem estar rindo

33 – Dar umas 5 chineladas em uma aranha. Ela nunca morre na primeira, começa a se retorcer, e você tem que acabar logo com o sofrimento

34 – Estar assistindo algo super legal na Tv, e mudar sem querer tentando aumentar o volume

35 – Ficar se coçando com uma caneta e só depois de um tempão ver que se riscou inteiro porque a ponta tava pra fora

36 – Falar para a mãe do seu amigo, que está sem fome, mas na verdade esta morrendo de fome

37 – Tentar cortar um pedaço de carne com uma faca ruim, quando finalmente consegue, o pedaço sai voando do prato junto com o arroz

38 – Achar que está ganhando de alguém no videogame até descobrir que a sua tela era a de baixo

39 – Se molhar inteiro quando tenta lavar uma colher

40 – Se olhar no espelho no final do dia/aula e perceber que ficou o dia inteiro com o cabelo zoado, ou com alguma coisa na cara

41 – Querer digitar “!!!!!!!” e aparecer um “1″ no meio!!!!!1!!

42 – Levar mais tempo procurando o controle remoto do que levaria para simplesmente levantar e ligar direto na TV

43 – Colocar o braço perto da TV só pra ver levantar os pelinhos do braço

44 – Tentar pegar uma coisa que está caindo e derrubar outra

45 – Trabalho = -> Wikipedia – com -> Ctrl+C -> Ctrl+V -> Mudar palavras difíceis -> Título -> Nome -> Data de uns dias atrás

46 – Quando a vida tá muito complicada querer voltar no tempo, quando as únicas preocupações eram ganhar Tazos e acompanhar Pokémon

47 – Quando era pequeno, acordar cedo, pegar um cobertor e ir para a sala assistir desenho

48 – Ficar com raiva de si mesmo quando queima a língua

49 – Quando tem alguém concentrado contando alguma coisa, ficar falando números aleatórios, só pra confundir

50 – Quando pequeno, querer ter uma entrada para o quarto igual do Nino do Castelo Rá-Tim-Bum

51 – Achar que a prova/teste foi fácil … até receber a nota

52 – Ter vontade de engolir o Bubbaloo vermelho

53 – Acessar o Blog Tediado

54 – Se sentir FODA quando abrir o livro na exata página que o(A) professor(A) pediu

55 – Colocar o celular no silencioso quando pedem pra desligar

56 – Contar quantas pessoas têm na sua frente pra saber qual questão você vai ter que responder pro(A) professor(A)

57 – Zoar um professor substituto junto com a turma inteira

58 – Fazer uma lista mental de todas as cagadas que você fez nas últimas semanas, quando o pai/mãe fala:”Precisamos ter uma conversa”

59 – Ficar na tensão quando alguém vem e fala: “Preciso falar com você”

60 – Gostar quando acontece uma cagada enorme mas no final tudo fica bem, e você ganha uma história boa pra contar pra todo mundo

61 – Ir dormir Domingo esperando a próxima Sexta-feira ou feriado

62 – Ficar muito feliz quando tem uma pergunta no teste, que dá a resposta para outra

63 – Derrubar gelo no chão e chutar pra de baixo da geladeira, pra não precisar pegar

64 – Antes de ir dormir, contar quantas horas vai ter de sono até ter que acord1ar

65 – Roubar dinheiro no banco imobiliário

ENFIM UM ESTUDO DE RELEVANTE VALOR SOCIAL


Um estudo recente realizado pela Universidade de São Paulo (USP) mostrou que cada brasileiro caminha em média 1.440 km por ano.

Já outro estudo feito pela Associação Médica Brasileira (AMB) mostrou que o brasileiro consome, em média, 86 litros de cerveja por ano.

Pois bem, partindo da síntese filosófica desta dialética intergalática complexa, podemos concluir que:

O BRASILEIRO FAZ 16,7 KM POR LITRO!

Achei essa informação de extrema importância cultural que achei que merecia compartilhá-la! 

Pelo menos tal análise detida e complexa é muito mais interessante que aqueles pesquisas oriundas da TEORIA DO ÓBVIO, amplamente destacadas nos mais importantes meios de comunicação de massa que 

"apontam que existem pessoas que de longe são feias pra cacete... e de perto, parecem que estão longe" que "gente feia é igual gente bonita, só que feia"!

sábado, 7 de setembro de 2013

O CICLO DA VIDA SEGUNDO A TEORIA DO ÓBVIO


O ciclo de vida  ocorre nos indivíduos que possuem reprodução sexuada, pois inicia quando dois gametas se unem e vai até a produção de gametas do indivíduo formado, finalizando um ciclo e começando outro com a fecundação. 

Pois bem, já é sabido e, confesso que prefiro não problematizar esta introdução, ainda mais que nosso ponto de vista não tem escopo biológico-científico-antropolólico-evolucionista-comportamental-intergalático-sincréticorreligioso-espacial.

Tem apenas o condão de buscarmos uma reflexão sobre coincidência e dogmas culturais, na visão da ciência, credo, astros e o calendário chinês.

É importante, primeiramente, que nos dispamos de todos os nossos preconceitos para que nossa viagem ao mundo dos questionamentos tenha seu efeito pedagógico esperado. Para que vejamos que tudo se conecta com qualquer coisa independendo de nossa formação, reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie. 

Tudo, tudo mesmo tem conexão, talvez daí repouse a gênese pluricultural e exegética da humanidade.

Alguém já se perguntou algo comumente corriqueiro que acontece em várias culturas em intensidades diferentes? O porquê “tudo junto” se escreve separado e “separado” se escreve tudo junto?

Por que existe a guerra ad eternum no oriente médio entre árabes e judeus?

Por que jesus é loiro do olho azul se ele nasceu o oriente médio (100° de dia e -8° a noite)?. 

Por que os filmes de batalha espaciais tem explosões tão barulhentas, se o som não se propaga no vácuo? 

Por que os Kamikazes usavam capacetes? 

Por que ninguém jamais viu o último episódio da Caverna do Dragão? 

Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, porque ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?

Por que mulher sempre gosta do cara mais filho da puta do universo? 

Por que evangélico nunca te dá grana pra ajudar o próximo, ainda mais quando o próximo está bem próximo?

É amigos, chegou a hora de seguirmos com as nossas pernas, chegou o momento de começarmos a questionar certas coisas.

Voltando a origem; nascemos, crescemos, somos apresentados ao cânhamo (ficamos , por algum motivo, num Delay de razão), casamos, reproduzimos e, ao final, morremos.

Como entender por exemplo certas reações do ser humano, como o real motivo do macho crescer, despertar para os prazeres da carne? 

Achar que rola é uma britadeira que guardamos dentro de uma veste moral que nos foi imposta;

Que mulher boa é sempre a da capa da revista;

Que depois dos 40 nos preocupamos com status para depois da linha de cronológica funcional  começarmos a tentar, a qualquer custo, rebobinar a fita do tempo;

Tentamos virar a ampulheta da vida contrariando a Isaac Newton e Charles Darwin, desprezando Salmos que nos ensinam que 20 entra mais em 60 do que 60 em 20?

No meio disso tudo veio este indivíduo que acaba sempre nos surpreendendo dado as repetidas coincidências deste desavisado da sorte, o espécime femea.

Como entender, que desde a sua concepção, teocêntrica e bíblica (Gn 2:20-22), o carpinteiro do universo, sem qualquer esmero, lhe tira a RAZÃO E O EQUILÍBRIO?

Carla Perez, Lady Gaga, Elke Maravilha, Luiza Erundina, Luciana Gimenez, ufa! 

Poderia citar vários indivíduos para que possamos fazer nossa analogia comparada, a imagem da nossa viagem ao mundo da reflexão.

Pois aprendemos que desde a ervilha de Mendel até o surgimento de Joelma, perceberemos que tudo se assemelha, guardas as devidas proporções, é claro!

Como entender que aquela filha que você pegou no colo logo após o corte do cordão umbilical, não se interessa por aquele rapaz de família, crismado, filho de parto natural, estudioso, bom filho e de futuro brilhante?

Por que sempre acreditamos que jogamos bosta na cruz quando seu tipo de garoto é aquele, cabeludo, motoqueiro, tatuado, que fuma e bebe, jubilando na sexta série?

A resposta disso é quase uma dízima periódica.

Será que é culpa dos astros?

Será que são dos Orixás?

Seria Ogum?

Seria de Alá, Ganesha, Buda, Jesus Cristo, Judá ou do Silas Malafaia?

Será que teríamos jogado bosta na cruz?

Será que demos algum CD do Naldo no amigo secreto do ano passado pra alguém, pra merecer esse castigo de não sabermos estas respostas?


Não seria, talvez, Paulo Maluf o Houdini da Vanguarda?


Não seria, talvez, Lula, Dirceu, Genoíno, Joao Paulo Cunha e Renan Calheiros, a personificação do dragão de 7 cabeças descrito no apocalipse da bíblia?  

Será que o paraíso de Alah teria mesmo 7 santas virgens?

Não seria, talvez, Dilma o primeiro individuo assexuado deste mesmo espécime analisado (não tem namorado, nunca viram seu marido, sabe-se que tem uma filha, mas e daí, Cassia Eller também tinha, e Renato Russo era ovíparo, pois no filme Somos Tão Jovens não foi retratado como surgiu seu filho - se bem que Maria deu a luz sem a cópula).


Sei que devem estar se sentindo como em uma aula de história na Federal (UFG), em um evento cultural de Pirenópolis, no discoporto em Alto Paraíso, até mesmo em Jonestown, com esse papo de maconheiro (sic).

O grande lance aqui é fazer estas indagações ainda que contrariemos nossa formação (mesmo que isso possa nos causar um
Bug em nosso sistema operacional).

A razão de quase tudo esta interligada: 
Adão comeu a Eva;

Caim matou Abel;

O homem tropeça no "pé de cânhamo";

Daí virou essa merda toda no oriente médio, que todo mundo conhece;

Surge George W. Bush, a materialização da besta;

Logo, por questões de territoriais, descendência, biológica-intercontinental, nasce Carla Perez, a variação ultra-mega-power-plus-master-top-highest-full, do gene da burrice extrema.

Sem querer me imiscuir em toda linha cronológica coisa e tal, essa praga, o rítimo  dos infernos, ARROCHA.

É apartir daí que tudo fica claro, o fim dos tempos, travestido de Joelma e Ximbinha, pois alí é o APOCALIPSO!

Tudo tem conexão!

Talvez possamos a partir de agora enxergar o mundo de maneira um pouco mais crítica, e da próxima vez quando virem algo que lhes causem indignação, vocês com certeza saberão a resposta. 

Porque Sarney não morre? 

Seria ele um allien? 

Marcelo D2 teria a cura da labirintite? 

A culpa e de quem? Ruivo Hering? 

Não! Nós, já sabemos!

A culpa é daquela que pensou que o craque Neymar tinha morrido, aquele cara que jogava futebol e que teria projetado Brasilia.